Autarquia

REDE DE SERVIÇOS





  • Missão 

    Promover Prevenção e Assistência à Saúde a seus associados, garantindo o fornecimento de serviços de qualidade, objetivando a sua plena satisfação com ética, eficácia e comprometimento social


    Visão

    Ser referência nacional na Promoção e Assistência à Saúde de servidores públicos estaduais 


    Valores 

    Responsabilidade Fiscal, Social, Ambiental e Gerencial 

    Transparência 

    Eficiência 

    Ética 

    Coesão Inter e Intra-institucional 

    Valorização do Colaborador 

    Gestão Participativa de Qualidade 

    Comprometimento 


    História 

    IPES, Cinco décadas de serviços prestados ao servidor 

    Originário do antigo Montepio dos Funcionários Públicos da Província de Sergipe (1881), o Instituto de Previdência do Estado de Sergipe – IPES – foi criado no Governo Luiz Garcia pela Lei 1.091 de 16 de dezembro de 1961. Vinculado à Secretaria de Administração, a Autarquia tinha como objetivos oferecer previdência e assistência médico-odontológica aos servidores públicos estaduais e seus dependentes. 

    Em 05 de janeiro de 2001 a Lei nº 4.352, instituiu o “Plano de Assistência à Saúde do Estado de Sergipe – IPESAÚDE, DOS Servidores Estaduais da Administração Direta, Autárquica e Fundacional, ativos e inativos, civis ou militares, e dos pensionistas resultantes dos mesmos servidores”, tendo sido publicada em 1º de novembro do mesmo ano. Segundo esta Lei o IPESAÚDE seria gerido pelo Instituto de Previdência do Estado de Sergipe – IPES. 

    A Lei 5.853 publicada em 30 de março de 2006 criou o Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe – IPESAÚDE, e em decorrência extinguiu o Instituto de Previdência do Estado de Sergipe – IPES. 

    Entrando em operação efetivamente em 11 de outubro de 2006 como Autarquia em regime especial, o IPESAÚDE “tem por finalidade essencial a realização de ações de medicina preventiva e curativa, a serem desenvolvidas mediante aplicação de programas de assistência médica, ambulatorial e hospitalar, por meio de serviços próprios, e, se necessário, complementados por meio de entidades e/ou unidades de saúde credenciadas, abrangendo, ainda, programa básico de atendimento odontológico, de servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo ou empregos, e de postos ou graduações policiais militares ou bombeiros militares, integrantes dos Quadros de Pessoal dos Órgãos da Administração Direta, dos Poderes Constituídos do Estado de Sergipe, do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público Estadual, e das Autarquias e Fundações Públicas Estaduais, ativos e inativos, civis ou militares, pensionistas resultantes dos mesmos servidores bem como prefeituras municipais oriundas de convênios firmados a partir de 2009” 

    Administrar o Ipesaude e garantir seus serviços nãoé o único desafio. É necessário reconstruir o Instituto e dar a ele a função e missão que se propõe: de ser um plano de saúde eficiente para os servidores e o maior do Estado. Um novo modelo foi pensado a partir de 2015 , divido em fases, a primeira delas foi o o refinanciamento. “ O projeto de lei aprovado pela assembleia permitiu a cobrança dos dependentes e a sobrevivência do sistema e melhor serviço aos beneficiários.

    Após esse processo, foi dado incio a segunda fase que foi recadastramento de servidores que culminou a exclusão de 35 mil carteiras inativas. Eram 140 mil usuários, chegou-se a 105 mil e hoje o Ipesaude conta com 110 mil beneficiários. A partir daí, partiu-se para a organização do sistema através as unidades próprias, iniciando pela organização do Sistema de Pronto Atendimento. A área física foi ampliada de 300 para 900 metros quadrados, o que permitiu uma melhora considerável no número de atendimentos, em agosto de 2015 eram 3 mil atendimentos e hoje são quase 7 mil atendimentos ao mês.

    O outro passo importante foi o recadastramento e recredenciamento das clínicas do interior, processo já concluído e da capital, que ainda está em andamento. As unidades do interior, que eram prédios abandonados e sem nenhuma utilidade, foram reconstruídos e passaram a prestar atendimento a população. As unidades de Propriá, Lagarto e Itabaiana bateram recordes. Em agosto de 2015 eram 800 atendimentos, hoje são 3 mil atendimentos em média. Na parte administrativa, no mesmo período eram 2.000 atendimentos e chegou a 12 mil.

    Houve ainda o fortalecimento das unidades próprias, o Centro de Diabetes que em média atendia 3 mil pessoas triplicou a sua capacidade para 9 mil pessoas ao mês. O Centro de Reabilitação também também atingiu essa marca, antes o serviço de fisioterapia era terceirizado, agora, além do centro na capital, as unidades do interior disponibilizam esse serviço. O Ipesaude inaugurou, na Praça da Bandeira o novo Centro de Odontologia Maria Tavares Viana. O investimento foi mais de um milhão de reais entre equipamentos e reforma física e ampliou significativamente o serviço.

    Em 2018, será entregue a nova central de atendimento com 230 metros quadrados, e capacidade para mais de 130 lugares de espera com uma estrutura moderna seguindo os padrões das maiores clínicas do país, e ainda as novas unidades de Nossa Senhora das Dores e Estância. Um novo Ipesaúde está sendo reconstruido para você, ainda há muito no que se avançar, mas conseguimos, pelo menos, ampliar a oferta e resgatar um pouco da confiança do beneficiário, tendo a certeza que o Ipesaúde até o final deste governo será novamente o plano de saúde com maior credibilidade e ofertas de serviços do Estado.