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‘Sala de Espera’ destaca serviço de enfermagem do Centro de Endocrinologia e Diabetes do Ipesaúde

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Na manhã desta segunda-feira, 30, os usuários do Centro de Endocrinologia e Diabetes do Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde) tiveram informações sobre as consultas de enfermagem. O tema foi abordado no Projeto ‘Sala de Espera’, que realiza o debate sobre diferentes assuntos do interesse dos beneficiários a cada nova edição.

Desta vez, a abordagem foi sobre ‘A importância da consulta de enfermagem no tratamento do diabetes’. Tendo como facilitadora a enfermeira Rachel Rezende, a palestra levou esclarecimentos sobre o serviço de enfermagem do Centro. Segundo ela, a consulta de enfermagem é de interação entre o enfermeiro e o paciente. “É neste primeiro contato que há uma conversa do profissional da enfermagem para tentar identificar os problemas”, explicou.

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Rachel Rezende: O objetivo é manter o paciente próximo da gente para saber como está seu quadro” – Fotos: Francielle Nonato

Rezende ainda acrescentou que 90% dos pacientes atendidos nas consultas de enfermagem apresentam quadros de diabetes descompensada – quando há o aumento das taxas de glicemia – e que o enfermeiro tenta ajustar a situação com o monitoramento, orientações sobre alimentação e o uso da insulina. Rachel afirma que, no Centro de Endocrinologia e Diabetes, o trabalho de acompanhamento do paciente é feito de forma multidisciplinar, com a participação do enfermeiro, do médico e do nutricionista. “O paciente também participa. Ele tem que se ajudar”, declarou.

Monitoramento

O monitoramento é feito por meio de uma consulta quinzenal ou mensal, com atendimento da enfermagem e do médico. “O paciente sempre vem à unidade para trazer o mapa glicêmico, com as anotações das suas glicemias nos horários que o enfermeiro solicita. A partir do monitoramento são feitas as alterações das medicações. Caso não necessite alterar as medicações, a prescrição médica é mantida e é agendada uma nova consulta. O objetivo é manter o paciente próximo da gente para saber como está seu quadro”, informou.

Ainda segundo a enfermeira, no Centro, a equipe visa manter a qualidade de vida do paciente. “Para se manter com qualidade de vida, ele tem que estar com o diabetes compensado e com conhecimento em relação à doença, sabendo dos riscos e da meta glicêmica dele. O conhecimento faz parte também do tratamento”, afirmou. Mas as consultas de enfermagem não são apenas para verificar a glicemia. “Olhamos os exames que ele trouxe, examinamos os pés, a circulação, fazemos o exame físico de ausculta. Por isso a importância de o paciente vir até a unidade e ter sua consulta presencial com o profissional”, considerou.

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Kelly Bignardi: “O objetivo da palestra de hoje foi trazer informações sobre a consulta de enfermagem e o monitoramento, que é realizado pelos enfermeiros – Foto: Agecom

A coordenadora do Centro de Endocrinologia e Diabetes do Ipesaúde, Kelly Bignardi, ressaltou a temática abordada nesta edição do ‘Sala de Espera’. “O objetivo da palestra de hoje foi trazer informações sobre a consulta de enfermagem e o monitoramento, que é realizado pelos enfermeiros. Observamos que muitos pacientes não tinham conhecimento sobre este serviço. E informação, além de ser um direito, ajuda o paciente a estar ciente sobre o atendimento que ele pode buscar”, salientou.

Segundo Kelly, atualmente a unidade conta com quatro enfermeiros na estratégia para a realização das consultas de enfermagem e o monitoramento dos pacientes que estão com a glicemia descompensada, precisando de um acompanhamento mais especializado da equipe multidisciplinar.

Conscientização

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Paulo Roberto – “Achei a palestra excelente. É uma iniciativa ótima para a conscientização daqueles que são teimosos. Acho que, se as informações entrarem na cabeça de quem ouviu, vai conscientizar, sim”

O beneficiário Paulo Roberto de Almeida Menezes aprovou o tema debatido na palestra. “Achei a palestra excelente. É uma iniciativa ótima para a conscientização daqueles que são teimosos. Acho que, se as informações entrarem na cabeça de quem ouviu, vai conscientizar, sim”, avaliou.

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Eliane Moura: “Rachel foi muito clara e objetiva durante a palestra. Tudo o que ela falou sobre a alimentação saudável, o acompanhamento do médico e do enfermeiro no Centro de Diabetes foi muito relevante”

A professora Eliane Moura Santos, beneficiária do Ipesaúde, estava no Centro acompanhando o esposo Wolney Souza Filho, que faz tratamento na unidade. Segundo ela, a palestra foi muito importante, porque algumas pessoas ainda têm resistência e não fazem o acompanhamento correto. “Rachel foi muito clara e objetiva durante a palestra. Tudo o que ela falou sobre a alimentação saudável, o acompanhamento do médico e do enfermeiro no Centro de Diabetes foi muito relevante. Por sinal, eu estou achando maravilhoso o Centro de Diabetes, porque aqui tem todo o acompanhamento para o diabético”, enfatizou.

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