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Beneficiários do Ipesaúde são orientados sobre influência da alimentação na saúde mental

pacientes aproveitaram para esclarecer as dúvidas sobre os alimentos que podem ou não ser consumidos

A manhã desta quinta-feira, 28, foi de muito aprendizado para os beneficiários atendidos pelo Centro de Endocrinologia e Diabetes do Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde). Eles participaram de uma palestra sobre os efeitos da alimentação saudável na saúde mental, proferida no auditório da unidade pelo nutricionista Noel Andrade e pela enfermeira Rachel Rezende.

O evento foi realizado em alusão ao Setembro Amarelo, campanha que visa, durante o mês de setembro, dar visibilidade a questões ligadas à saúde mental. Durante a palestra, o nutricionista Noel Andrade explicou aos pacientes o papel de uma boa alimentação para cuidar da mente.

Segundo ele, a alimentação é o primeiro passo para se ter uma vida saudável. Noel falou sobre a importância de algumas vitaminas consideradas essenciais para o controle emocional e para a saúde mental, como as vitaminas A, C, D e E. “Cada uma delas tem uma ação antioxidante, que visa melhorar a saúde das pessoas”, afirmou.

Além disso, o nutricionista também enfatizou a relevância dos macronutrientes e micronutrientes, que são as proteínas, carboidratos e as fontes de lipídios, para a saúde da mente, e ressaltou a importância do consumo de alimentos ricos em minerais como magnésio, cálcio e selênio.

evento promoveu muita interação entre os palestrantes e os pacientes
Frutas são importantes fontes de vitaminas – Fotos: Francielle Nonato / Agecom

O especialista trouxe ainda informações a respeito de alguns alimentos que auxiliam na produção da dopamina, endorfina, serotonina e ocitocina, conhecidos como hormônios da felicidade e do bem-estar. Ele citou o exemplo da banana, que é um alimento rico em triptofano, um aminoácido que tem a função de produzir a serotonina no cérebro.

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A enfermeira Rachel Rezende e o nutricionista Noel Andrade falaram como a alimentação saudável pode ajudar a melhorar as funções cerebrais

A enfermeira Rachel Rezende enfatizou a importância da comunicação com outras pessoas, da escuta qualificada e do apoio necessário para manter a saúde mental e aliviar angústias, depressões e sentimentos de tristeza. Segundo ela, entre as medidas adotadas para auxiliar quem está precisando de ajuda está o encaminhamento a um psicólogo, a um profissional capacitado, e também a melhora dos hábitos saudáveis do dia a dia.

Interação e aprendizado

maria dos santos foto francielle nonato
Maria dos Santos: ” “Gostei de saber, por exemplo, sobre o ômega 9. Eu não tinha noção de em quais alimentos encontrá-lo”

A temática da alimentação saudável para a melhora das funções cerebrais agradou bastante a quem assistiu à palestra. Maria dos Santos, que estava acompanhando a mãe em uma consulta no Centro de Endocrinologia e Diabetes, é exemplo disso. “Gostei de saber, por exemplo, sobre o ômega 9. Eu não tinha noção de em quais alimentos encontrá-lo e aprendi que as oleaginosas, como as castanhas, têm”, disse.

Já a beneficiária Carla Reis considerou que a palestra trouxe muito esclarecimento, principalmente para as pessoas mais idosas. “Na minha família, há várias pessoas diabéticas, e elas não sabem o que é proteína, o que é carboidrato. Na palestra, o nutricionista desmistificou e disse exatamente o que é. Achei muito importante a ação, porque fugiu daquele automático, do mecânico, de só entrar no consultório, ser atendido e sair. Eu vim para a consulta e, além de não ter ficado esperando sem fazer nada, já adquiri conhecimento. Foi muito legal”, aprovou.

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