Nesta segunda-feira, 16, é celebrado o Dia do Clínico Geral e o Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde) destaca a importância desse profissional no cuidado, como base de atendimento, aos beneficiários nas seis Unidades Regionais da instituição.
Além da sede matriz e dos centros de atendimento em Aracaju, o Ipesaúde mantém Unidades Regionais nos municípios sergipanos – Itabaiana, Lagarto, Estância, Propriá, Simão Dias e Nossa Senhora das Dores – garantindo assistência descentralizada, resolutiva e com o mesmo padrão de qualidade oferecido na capital.
Na Unidade de Lagarto, bem como nas demais regionais, o clínico geral atua como porta de entrada do atendimento, sendo responsável pelo acolhimento inicial dos beneficiários, consultas de rotina, acompanhamento de doenças mais comuns, orientações, dentre outros encaminhamentos.
Linha de frente
Para a médica Fernanda Barbosa, que atua como clínica geral na Regional de Lagarto, o papel desse profissional é essencial para o funcionamento da unidade. “O clínico geral é a base do serviço médico. Atuamos na prevenção e no diagnóstico do paciente. Estamos na linha de frente. O paciente chega primeiramente ao clínico, aí a gente acolhe, faz a escuta inicial, diagnóstico e tratamento. Isso tudo aqui na Unidade Regional”, destaca.

Além do atendimento inicial, o clínico geral é o responsável por orientar o beneficiário quando há necessidade de acompanhamento especializado. “Caso o paciente precise de um especialista, cabe orientarmos quais deve procurar. Depois que ele faz a consulta com o especialista, volta para a gente para fazer o seguimento desse serviço. Ou seja, o clínico geral é essencial”, reforça a médica.
Principais demandas
Entre as principais demandas atendidas pelos clínicos gerais na Unidade Regional de Lagarto estão as doenças crônicas, como hipertensão arterial e diabetes, além de enfermidades músculo-esqueléticas e quadros agudos, infecção de ouvido, garganta, pneumonia, etc. “Aqui atendemos doenças que são as mais prevalentes no Brasil e também atendemos muito na prevenção. Fazemos os exames de rotina anuais, de acordo com cada categoria de paciente, o diagnóstico e o tratamento”, complementa Fernanda Barbosa.
O atendimento nas Unidades Regionais também contribui diretamente para reduzir deslocamentos desnecessários até Aracaju, proporcionando mais conforto e agilidade aos beneficiários. “A maioria do tratamento já resolvemos por aqui mesmo. O paciente não precisa ficar se deslocando para a capital e quando precisar se deslocar já vai com essa consulta inicial e com os exames necessários. Ou seja, otimizamos o tempo e a demanda por especialidades”, informa a clínica geral.
Atuação preventiva
Outro ponto fundamental do trabalho do clínico geral é a atuação preventiva, que ajuda a evitar complicações e agravos à saúde. “É extremamente importante o acompanhamento regular com o clínico geral, porque a maioria das doenças crônicas mais prevalentes no Brasil e no mundo têm prevenção. Ou seja, conseguimos evitar que o paciente adoeça. E, caso ele adoeça, quando a gente atua de forma precoce, evitamos as complicações dessa doença”, ressalta.
Fernanda Barbosa enaltece a importância de procurar o clínico antes de uma doença chegar. “Nos procure, mas não apenas quando está doente, procure para prevenção, para a rotina anual, porque atuando na prevenção, evitamos mortalidades. E, se você já está doente, venha precocemente, porque assim conseguimos atuar melhor, melhorando a qualidade de vida”, declara.

Reconhecimento
A essencialidade do atendimento prestado pelos clínicos gerais para quem mora no interior, por meio das Regionais do Ipesaúde, também é reconhecida pelos beneficiários, como bem atesta Vânia Silva, que é usuária da Unidade de Nossa Senhora das Dores. “Moro em Capela, sou beneficiária do Ipes aqui de Dores e faço tratamento de fisioterapia. Uso os serviços de todas as áreas, principalmente clínica geral. Quando venho aqui na Unidade sou bem assistida, porque quando tem algum probleminha, mesmo não sendo da área do profissional, do clínico, ele encaminha para outros especialistas”, relata Vânia Silva.

